quarta-feira, 20 de março de 2013

A CONTRIBUIÇÃO GESTÃO ESCOLAR PARTICIPATIVA NO PROCESSO PEDAGÓGICO

O gestor escolar desempenha múltiplas funções, e para desenvolver todas elas com eficiência e eficácia, são necessárias ações gerenciais bem planejadas e organizadas. Portanto deve possuir competências e habilidades que permita à construção de uma escola efetiva, com base em um ensino e aprendizado significativo, alinhada aos princípios democráticos e participativos. Como comenta as leis:


A gestão democrática está contida na Constituição Federal de 1988 que fala da democracia participativa, criando instrumentos para que o exercício popular se efetive. O artigo 206 da Magna Carta estabelece como princípios básicos o pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas e a gestão democrática do ensino.



 A gestão democrática tem sua segunda isenção no texto da LDB nos artigos 14: Os sistemas de ensino definirão as normas de gestão democrática, de acordo com as peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I) participação dos profissionais da educação na elaboração do P.P.P da escola; II) Participação da comunidade escolar e local em Conselho escolares ou equivalentes.

Gadotti (1994) fala que a gestão democrática é importante, principalmente, para promover melhorias gerais no ensino e aprendizagem. Segundo ele, como a escola deve formar para a cidadania, ela deve dar o exemplo. A gestão democrática é um passo importante no aprendizado da democracia. A escola não tem um fim em si mesmo. Ela serviço também à comunidade está a serviço da comunidade. Nisso, a gestão democrática da escola está prestando um que a mantém.
Entende-se que a gestão democrática pode melhorar o que é específico da escola, “o seu ensino”. Isso se explica pelo fato de que o envolvimento dos diferentes atores, equipe escolar, pais, alunos e comunidade em geral, no processo educacional propiciarão um contato maior e permanente entre si, o que pressupõe um conhecimento mútuo e significativo. 


Quando o gestor abre as porta da escola para a comunidade escolar ou em geral, ele divide a responsabilidade de seu papel, como coloca Santos: “Toda a comunidade educativa deve está juntos na intencionalização da educação”. No entanto, cabe ao gestor escolar assegurar que a escola realize sua missão com sucesso, onde ela seja um local de educação entendida como elaboração do conhecimento, aquisição de competências e habilidades e formação de valores. E para isso ele precisa contar com o apoio de todos, pois isolada não conseguirá cumpri com suas diversas atribuições.

Portanto variadas são as formas de o gestor contribuir positivamente para a construção do ensino satisfatório da escola. Observar, conhecer, avaliar, participar do planejamento educacional, articular formação continuadas aos seus profissionais são apenas algumas das muitas maneiras de contribuição com o processo pedagógico.






Pesquisa:Bibliografica Luciene V.P.Silva


Letra Feia nem Sempre é Relaxo


Muitas vezes confundida com desatenção ou desleixo, dificuldade na escrita afeta cerca de 4% da população e requer tratamento especializado
Letra ilegível, lentidão na escrita e comportamento inquieto nem sempre significam indisciplina na sala de aula. A criança pode ser vítima de um transtorno de aprendizagem conhecido com disgrafia, que afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números. O distúrbio atinge cerca de 4% da população e não está relacionado a qualquer comprometimento intelectual ou psicológico. É um fato recorrente, que deve ser levado a sério pelos pais e educadores.
De acordo com a pedagoga Eliane Araújo, especialista em Psicomotricidade e em Educação Especial, de Apucarana, o centro do problema está no sistema nervoso, mais precisamente nos circuitos neurológicos responsáveis pela escrita.
Os digráficos têm dificuldade de integração visual-motora, o que dificulta a transmissão de informações visuais ao sistema motor. “A criança vê o que quer escrever, mas não consegue idealizar o plano motor”, explica. O resultado disso é a distorção das letras, com forte pressão do lápis sobre o papel ou pressão muito fraca, além de postura incorreta ao sentar-se.
Conforme Eliane, é comum crianças que entram em avaliação em consultório de reabilitação psicomotora mencionarem já terem ouvido que a sua letra é ruim ou feia. Em outros casos, o problema é confundido com preguiça em escrever. “Com isso, além das dificuldades motoras que podem atingir os grandes e os pequenos músculos do corpo, elas também podem apresentar sinais de baixa autoestima”, diz.
O que muitos não sabem é que boa parte dos disgráficos têm hipotonia (ausência de força muscular não somente na região das mãos, mas também do braço e antebraço) ou hipertonia muscular (excesso de força, tanto na preensão como na pressão do lápis). “A postura estática, sentada, no momento em que a criança escreve, deve ser observada com precisão. Toda inclinação incorreta do tronco e cabeça, com posicionamento irregular do olho para acompanhamento da mão enquanto trabalha, interfere muito no processo do grafismo”, observa a especialista.
Como tratar a disgrafia
A psicóloga Eliane Araújo afirma que a psicomotricidade é um instrumento riquíssimo para auxiliar no tratamento da disgrafia, proporcionando resultados satisfatórios em situações de dificuldades no processo de aprendizagem. “Em relação à parte motora, é necessário haver uma preparação prévia do paciente, com exercícios mais amplos, para depois chegar à escrita”, explica.
Segundo ela, psicomotricidade é a ciência que estuda o homem através do seu corpo em movimento em relação ao seu mundo interno e externo. Antes de aprender a matemática, o português, os conhecimentos formais, o corpo tem que estar organizado, com todos os elementos psicomotores estruturados. “As crianças com distúrbios psicomotores apresentam dificuldades na leitura, na escrita, no cálculo, na fala, falhas em imagem e esquema corporal, noção e posição espacial, orientação tempo espacial, lateralidade, direcionalidade, atenção e memória, equilíbrio e coordenação motora”, diz.
Eliane observa, no entanto, que a disgrafia não compromete o desenvolvimento intelectual, pois geralmente os disgráficos são muito inteligentes e apresentam boa oralidade. A maior dificuldade é exatamente para colocar as ideias no papel.
Assim como outros transtornos de aprendizado, o tratamento da disgrafia é multidisciplinar e envolve psicomotricista, neurologista e fonoaudiólogo.
Fonte: Jornal Tribuna do Norte. Edição de 6 de maio de 2012.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012


                      Escola de ensino infantil
                    A Arte de Brincar e Aprender

A escola dos nossos será construída em Itaquaquecetuba-Sp, e destinada à educação infantil – pré-escola (3 a 5anos) funcionando em período integral, atendendo a comunidade local realizando uma educação inovadora capaz de garantir um futuro melhor aos educandos.

A nossa escola terá um amplo espaço físico, permitindo que os professores prepararem ambientes para que os alunos aprendam de forma ativa através da interação. Adotando um currículo aberto que incorporam de maneira integrada as funções de EDUCAR, CUIDAR E BRINCAR, associadas a padrões de qualidade garantindo a participação ativa das crianças. Incentivando a criatividade, autonomia, e sentimentos de generosidade e solidariedade. Descartando o compromisso estrito com o formalismo da escola. Estando atentas às diferenças culturais e a universalidade do saber, despontando entre um dos temas a valorização ambiental e das relações humanas.

Fomentar a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças pequenas com o objetivo de ajudá-las a progredir na definição da própria identidade, no conhecimento e na valorização de si mesmas é a meta da nossa escola.
            A nossa proposta curricular esta vinculada às características socioculturais da comunidade, na qual nossa instituição esta inserida.
Os professores serão constantemente questionados sobre o desenvolvimento de ações educativas capazes de formar os alunos para a COMPREENSÃO e para a TRANSFORMAÇÃO positiva e crítica da sociedade em que se vive.
Trabalharemos com projetos pedagógicos apresentados de forma multidisciplinar, cuidadosamente laborado para o pleno desenvolvimento do aluno, conforme a faixa etária de cada criança, para que possa vivenciar diversas experiências repletas de significados.
    
A direção gera um clima democrático e pluralista, proporcionando condições para todos os profissionais participarem de momentos de formação como reuniões, palestras, visitas, etc.
As regras na nossa escola são estipuladas em conjunto, pela direção, professores, alunos, funcionários e demais pessoas que frequentam os ambientes escolares.
Os projetos também são construídos em conjunto pelos professores e alunos e as crianças decidem através de plenária onde querem aprender (pátio, sala, biblioteca).
Teremos como principal objetivo contribuir para o crescimento de nossos alunos, respeitando a hora e o momento de cada um, estimulando-os para que possam mostrar o que tem de melhor.

Na escola dos nossos sonhos os alunos terão aula de informática, artesanato, culinária, onde aprenderá à importância de uma alimentação saudável, aulas de horticultura, brinquedo teca parque recreativo, danças, música, piscina, quadra e um grande incentivo ao esporte.


            Ao redor da escola, haverá arvores, horta, pomar, lago e uma mini fazenda em que as crianças terão contato com os animais aprendendo o quanto é importante à preservação das espécies.
Temos em nosso espaço sala de projetos, sala de professores, salas de aula, de direção e secretária. Haverá banheiros adaptados para os pequenos, e também para pessoas com necessidades específicas.

A escola será provida de um estacionamento, que atendera a todos os funcionários.

Todas as crianças terão refeições de qualidade e transportes gratuitos, proverá com segurança 24h por dia.
A nossa escola contará com auxilio de psicopedagogas e psicólogas e as crianças terão acompanhamento dentário.

A escola promovera a inclusão de todas as crianças com necessidades especificas, oferecendo atividades que buscam ampliar tanto o repertório acadêmico, como o emocional e o relacional.

Dentro do nosso projeto pedagógico deverá possuir uma tutoria onde o profissional especializado acompanhará os alunos que necessita de um suporte ainda mais individualizado. Valendo de conceitos pedagógicos que resgatam a autoestima e o prazer em aprender.

Em nossa escola teremos como parte de nossa filosofia a mediação de conflitos educacionais, onde será trazida a visão de Educação pela paz. As diferenças serão aceitas e respeitadas, incentivando-se o uso da comunidade não violenta. Nossa proposta incluirá também o desenvolvimento da consciência coletiva e de cidadania, desenvolvidos através de projetos de ação solidária.




Narrativa Escola dos Sonhos 





Adriano
Alessandra Silva
Cristiane A.M.Reis
Gilene de Souza
Michelli Jevene
Renata A. Capelo
Susimar  R. do N. Basaglia           

Maquete Finalizada















Apresentação - Maria Fedida Wiki













Planta Baixa da Maquete